ínício INÍCIO Professores de SP fazem atos contra reforma da Previdência

Professores de SP fazem atos contra reforma da Previdência

235
0
Compartilhar
Compartilhe isso com seus amigos. Aproveite, fique atento as nossas promoções e ganhe brindes.

Durante protesto, educadores vão seguir até a praça da Sé, onde está concentrada a Marcha das Mulheres

naom_58c06da1afd53Professores das redes estadual e municipal de São Paulo realizam nesta quarta-feira (8), Dia Internacional da Mulher, paralisação e manifestação na avenida Paulista, região central da capital paulista. A oposição à reforma da Previdência proposta pelo governo Michel Temer é a principal bandeira do movimento.

Em passeata, os educadores vão seguir até a praça da Sé, onde está concentrada a Marcha das Mulheres. A reforma da Previdência também é a principal bandeira dos atos do movimento feminista neste 8 de Março.

A pista da Paulista no sentido Consolação foi tomada por manifestantes às 15h na altura da praça Oswaldo Cruz, local onde o Sinpeem e a Aprofem (sindicatos da rede municipal) fizeram a concentração antes da caminhada. Segundo as entidades, mais de 4.000 profissionais participam do ato.

O ato dos professores ligados à Apeoesp (sindicato da rede estadual) ocorre desde às 14h30 no vão livre do Masp. O sindicato não informou a estimativa de público, mas os manifestantes tomaram todo o vão sob Masp e a pista sentido Consolação.

Já por volta das 16h30, os dois grupos se encontraram, bloqueando os dois sentidos da avenida, na altura do Masp. Segundo a Apeoesp, o número de manifestantes com os dois atos chega a 20 mil. Eles planejam marchar até a Sé pela avenida Brigadeiro Luís Antônio.

“Quase 90% da categoria são mulheres, e elas serão a principal vítima da reforma da Previdência”, diz Claudio Fonseca, presidente do Sinpeem. De acordo com ele, a maior preocupação com a reforma é o possível fim da aposentadoria especial do magistério, além do aumento na idade.

Fonseca lembra que o ato reforça também pautas da categoria no município. Entre as reivindicações, estão a confirmação por parte da gestão João Doria (PSDB) de reajustes garantidos pela gestão passada e melhorias na condições de trabalho -como a diminuição no número de alunos por série.

A luta por reajuste salarial também mobiliza os professores da rede estadual. O governo Geraldo Alckmin (PSDB) não concede reajuste para professores desde 2014.

“Não queremos só rosas, mas queremos também melhores condições de trabalho”, disse a presidente da Apeoesp, Maria Izabel Noronha. Em vários momentos, a os manifestantes gritaram “Fora, Alckmin”.

Os dois atos avaliam a adesão à uma greve nacional de professores, convocada pela CNTE (Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação) para o dia 15 de março. Com informações da Folhapress.

DEIXE UMA RESPOSTA

Por favor digite seu comentário!
Por favor, digite seu nome aqui